Como codificar e descodificar texto em Base64
Introduza o texto, selecione `encode` ou `decode` e escolha o alfabeto standard, URL-safe ou um alfabeto personalizado válido. A conversão trata o conteúdo através de UTF-8 e exige uma entrada com texto para concluir a operação.
Introduza o texto, selecione encode ou decode e escolha o alfabeto standard, URL-safe ou um alfabeto personalizado válido. A conversão trata o conteúdo através de UTF-8 e exige uma entrada com texto para concluir a operação.
Quando usar esta conversão
O Base64 Advanced transforma texto entre a forma original e uma representação Base64. Pode escolher o alfabeto standard, a variante URL-safe ou um alfabeto personalizado que cumpra as regras exigidas. A conversão de entrada para Base64 usa UTF-8, e a descodificação interpreta os bytes obtidos como texto UTF-8. Esta abordagem é útil quando precisa de preparar texto para um formato que aceite caracteres de um alfabeto Base64 ou quando quer recuperar o conteúdo de uma representação já codificada.
A ferramenta trabalha com dois sentidos de conversão. O modo encode passa do texto de origem para Base64 e aparece selecionado por defeito, enquanto decode faz o percurso inverso. Ao utilizar caracteres portugueses, como ã, ç ou uma vogal acentuada, considere o tratamento UTF-8 ao analisar o resultado. O texto visível não corresponde necessariamente ao número de bytes usados durante a conversão, por isso o comprimento final pode não ser intuitivo à primeira vista. Uma entrada sem conteúdo não permite concluir a operação.
Passos para converter o texto
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Introduza o conteúdo. Para codificar, escreva ou cole o texto original no campo de entrada. Para descodificar, forneça a sequência que já está em Base64. Verifique se existe conteúdo antes de iniciar, porque uma entrada vazia faz a operação falhar.
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Escolha o sentido. Selecione
encodepara criar uma representação Base64 a partir de texto oudecodepara converter a representação de volta em texto. Não introduza outro nome de modo: a operação só aceita estas duas opções, e a codificação é a escolha inicial. -
Defina o alfabeto. Use o alfabeto standard quando pretende a forma standard de Base64. Escolha URL-safe quando o resultado se destina a um contexto que prefira essa variante. Para uma regra própria, forneça um alfabeto personalizado com exatamente 64 caracteres diferentes; caracteres repetidos ou uma quantidade diferente invalidam essa opção.
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Execute a conversão. Reveja o conteúdo, o modo e o alfabeto e inicie a operação. No percurso de codificação, o texto passa primeiro para UTF-8 e só depois é convertido em Base64. No percurso inverso, os bytes descodificados são convertidos de UTF-8 para texto.
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Repita o teste, se necessário. Quando estiver a verificar um alfabeto personalizado, mantenha a mesma sequência de 64 caracteres ao codificar e ao descodificar. Se o texto codificado tiver um comprimento que não seja múltiplo de quatro, a descodificação acrescenta sinais de igual como preenchimento quando isso for necessário.
Como ler a saída
O resultado de encode é uma sequência em formato Base64 correspondente ao texto fornecido, enquanto decode devolve o texto obtido a partir dos bytes descodificados em UTF-8. Para comparar os dois sentidos, observe se a saída textual do segundo percurso corresponde ao conteúdo usado no primeiro, sem esperar que a representação intermédia seja legível como uma frase normal.
Um alfabeto personalizado altera a forma como os símbolos da representação são apresentados. A mesma configuração deve acompanhar os dois sentidos: um texto produzido com um alfabeto personalizado válido pode ser descodificado com esse alfabeto para recuperar o texto originalmente testado. Se trocar para o alfabeto standard ou para URL-safe durante a segunda operação, a comparação deixa de testar o mesmo percurso.
O preenchimento automático ajuda quando a sequência recebida não tem comprimento múltiplo de quatro, mas não substitui a escolha correta do modo e do alfabeto. Para uma verificação simples, use texto com acentos, faça uma codificação e passe a saída para a descodificação sem alterar as opções. Assim, consegue avaliar a forma do resultado e a recuperação do conteúdo sem depender de uma sequência Base64 apresentada antecipadamente.
Exemplo prático
Uma pessoa quer verificar se a frase portuguesa Olá, verão! conserva o conteúdo depois de uma codificação e de uma descodificação.
Use Olá, verão! as the input, select encode with the standard alphabet, and then pass the returned text to decode without changing that alphabet.
A primeira operação devolve texto em formato Base64; a segunda recupera o texto original quando usa o mesmo alfabeto e o modo decode.
Limitações
- A operação não aceita entrada vazia, limita alfabetos personalizados a 64 caracteres únicos e trata o conteúdo textual através de UTF-8.
Erros comuns
- Quando uma conversão com alfabeto personalizado falha, confirme se a sequência tem exatamente 64 caracteres e se nenhum símbolo aparece mais do que uma vez; corrija esses dois pontos antes de repetir a operação.
Perguntas frequentes
Posso converter uma entrada vazia?
Só depois de introduzir conteúdo. Se o campo ficar vazio, a operação falha, pelo que deve inserir texto antes de selecionar o modo e iniciar a conversão.
Posso usar um alfabeto Base64 personalizado?
Desde que a sequência fornecida tenha exatamente 64 caracteres únicos. Para recuperar o texto de um resultado personalizado, repita o mesmo alfabeto na descodificação, porque essa correspondência faz parte do teste de ida e volta.
O que acontece se o texto Base64 não tiver preenchimento?
Quando falta preenchimento e o comprimento não é múltiplo de quatro, a descodificação acrescenta sinais de igual conforme necessário. Esse ajuste ocorre no percurso de descodificação e não muda a escolha do alfabeto.